(Amanhã...se os senhores estafetas não fizerem greve!)
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Futilidades
(Amanhã...se os senhores estafetas não fizerem greve!)
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Dos dias que devem ficar registados
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Oh tempo, volta para trás...
Comecei a ler um livro emprestado pela minha amiga N, "Educar para o optimismo. Guia para professores e pais" que começa assim "Vivemos numa cultura e num momento histórico que enche a vida com o drama e as teias baças da desgraça...."... O preocupante é que este livro data do ano de 1999!
E é isto!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Senhoras e senhores, apresento-vos "A Trásca"
E... adivinhem quem me fez companhia nos pézinhos.....
Foi uma noite bonita!:)
sexta-feira, 13 de abril de 2012
DIY #1 - Do tempo das avós para os dias modernos
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
DIY
terça-feira, 10 de abril de 2012
Declaro oficialmente aberta a época dos concertos
Local: Hard Club
Dia: 4 de Abril 2012
Banda: Supernada
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Segunda-feira é dia de #1
Foto daqui
organizar
quarta-feira, 21 de março de 2012
Dia da poesia
sábado, 10 de março de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
limpar o pó às ideias
Hoje deixei que o sol entrasse pela minha janela mais cedo. É certo, ele está meio tímido hoje, mas lá vai dando umas risadas, aqui e ali, e faz esquecer o frio que se faz sentir.
Estou indecisa na musica que quero ouvir enquanto trabalho. Não sei se isto ou aquilo, não sei se me apetece cantar, ou ouvir o barulho do silêncio. Decisões. Muitas.
Não tenho pressa. É bom? Pois claro que não, nunca mais me decido e quando der conta já e outra vez Verão. Ah! O Verão: as sandálias, as tshirts, os vestidinhos, as noites na rua sem o bater dos dentes. Saudades do Verão.
Saudades? Muitas, de quem já partiu e não deixou nem rasto; saudades de quem está mais perto, mas que a vida não deixa que seja mais fácil; saudades de amigos, dos que estão mais longe. Às vezes, até de mim tenho saudades.
Vou trabalhar: tenho uma parte do futuro de crianças na minha mão e são essas que não quero mesmo desapontar.
O sol está ali a espreitar. Vou convidá-lo a entar.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Nunca é tarde para agradecer

quarta-feira, 16 de março de 2011
Acerca das idas ao ginásio #1
(ler ao som da Loca Loca ou Waka Waka….)
Sou menina que tenta ir ao ginásio o mais certinho possível…. Não tenho muito jeito para aulas com coreografia – quem me conhece sabe quen nasci com a deficiência dos pés esquerdos que se reflecte também numa descoordenação de tal ordem que é triste de se ver!
Adiante.
Ontem decidi deixar de lado o meu circuito de cardio fitness e depois da aula de Pilates – que diga-se de passagem é absolutamente espectacular onde se descobre como equilibrar um copo de água na barriga sem o deixar cair quando respiro (tarefa igualmente difícil para la rainha da descordenation) e lá fui eu experimentar uma aula nova.
Valha-me deus.
Saí da aula como se me tivessem deitado um balde de água para cima. Uma aula onde ninguém olha para os meus dois pés esquerdos. Uma aula onde aqui a miss não precisa de disfarçar quando está a fazer alguma coisa mal – um sorriso na cara, dois saltinhos e ZUMBA. Isso mesmo….. sou desde ontem super hiper mega fã do Zumba fitness!
Curiosas(os)?
Vejam o vídeo
Metade de mim é amor, a outra metade também *

Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.














